Nosso jeito de ensinar e aprender

Participamos do desenvolvimento de pessoas e organizações que buscam a melhoria continua e o desenvolvimento sustentável.

Trazemos iniciativas criativas como a dramaturgia para potencializar as competências dos indivíduos.

Nossa metodologia de aprendizagem é baseada na troca ativa de informações e vivências.

01
Abr

7 Dicas Para Se Comunicar Melhor

Conhecer a forma como você se comunica pode te ajudar muito em um processo seletivo.  Separamos alguns pontos de atenção para que você se avalie e passe a se comunicar melhor. Uma boa ideia é pedir ajuda aos amigos.  Você vai se surpreender com o resultado desse simples exercício de autoconhecimento!

  • PRESENÇA E ATITUDE

Presença tem a ver com comparecimento.  É preciso que as pessoas percebam que você está entregue àquele momento.  Demonstre que você escolheu estar naquele lugar com atitudes firmes e positivas.  Isso vai dar credibilidade à sua mensagem.

  • EXPRESSÃO FACIAL E MOVIMENTAÇÃO CORPORAL

O corpo fala, e fala com sinceridade. Querer controlar os sinais que o corpo está emitindo pode não ser uma boa ideia. O melhor é treinar muito e assim estar preparado para mostrar a sua melhor foto. Estar seguro lhe trará confiança além de gestos e expressões que darão credibilidade a sua fala.

  • ARTICULAÇÃO DAS PALAVRAS

Esse é um tema que tem a ver com dicção. A forma de dizer, de pronunciar as palavras. Traços de comportamento influenciam a forma que nos comunicamos. Pessoas mais ansiosas costumam falar rápido, atropelar as sílabas e isso pode dificultar o entendimento da mensagem. Ler longos textos e gravar pode ajudar a perceber a quantas anda nossa dicção.

  • PROJEÇÃO DA VOZ

Cada voz é única e é também um importante indicador de como estamos nos sentindo naquele momento.  Volumes muito baixos ou muito altos podem indicar insegurança. A postura correta contribui para que a voz saia com fluidez.  Ficar atento aos jornalistas e atores pode trazer boas dicas de como se desenvolver nesse quesito.

  • CRIATIVIDADE

Todos podemos ser criativos. Alguns porém são mais estimulados a desenvolver essa habilidade ao longo dos anos. Buscar um caminho diferente, inovador, para falar algo que as pessoas possivelmente já ouviram pode ter um impacto positivo. Sempre porém levando em conta o ambiente que está inserido. Cada vez mais o mundo corporativo abre espaço para pessoas criativas. Encontre a melhor forma de contar a sua história dando um toque pessoal e descubra como isso pode fazer a diferença na sua comunicação.

  • CAPACIDADE DE SÍNTESE E OBJETIVIDADE

Cada vez mais as pessoas não reservam muito tempo para ouvir umas às outras. São muitas informações e agendas. Por isso ter clareza do que queremos transmitir pode contribuir para que sejamos assertivos na comunicação. Mais uma vez treinar é tudo. Descubra a melhor forma de treinar e pratique exaustivamente.

  • ENTUSIASMO

O entusiasmo na comunicação deve traduzir verdadeiramente os sentimentos do emissor.  Pessoas entusiasmadas são alegres, apaixonadas, tem um propósito que move as suas ações. Se conhecer melhor ajuda a descobrir o que nos move.

01
Abr

Como Falar Sobre Seus Defeitos Em Uma Entrevista?

Mas afinal, por que é tão difícil falar sobre seus defeitos? Sobre as dificuldades, os pontos de atenção, os pontos a desenvolver…

Acreditamos que o importante é entender o que o recrutador quer de fato saber com esta indagação. Esta pergunta não surge apenas para entender como você reage diante de uma dificuldade, mas principalmente para entender como anda seu autoconhecimento.

O ideal é pensar sobre isso antes de chegar para a entrevista. Lembre-se: Treinar é tudo! Ainda que a resposta seja verdadeira e espontânea, pensar sobre a melhor forma de abordar o assunto ajuda a manter a calma e a passar segurança.

Pergunte aos amigos e familiares quais são seus 3 pontos a desenvolver. Ao fazer isso você vai entender se anda fazendo uma boa leitura sobre seus comportamentos.  Se conhecer melhor passa pela observação de como os outros te enxergam. E atenção, quando os outros te veem diferente da forma que você se descreve, vale uma reflexão.

Identifique o que pode fazer para reduzir os efeitos negativos dessas características. Todos nós temos dificuldades, somos humanos! Ao perguntar sobre elas o recrutador vai estar interessado em saber o que você faz para que isso não te atrapalhe. Descreva o comportamento resumidamente e, em seguida, fale sobre o que faz para atenuar os efeitos negativos desse comportamento.

Separamos 3 exemplos que ilustram o que acabamos de descrever.  Fica uma dica porém:  se a pergunta for aberta um ou dois comportamentos já são o suficiente para atender ao recrutador.

Luis está em uma entrevista de estágio e seu recrutador pergunta quais seus defeitos e como ele faz para que não o atrapalhem no dia a dia. Veja como ele se saiu :

  1. “Alto nível de exigência com o outro.  Tenho trabalhado muito a empatia. Me coloco no lugar do outro para compreender a sua dificuldade e saber alinhar a minha expectativa com aquilo que ele pode fazer.”
  2. “Percebi que fazer muitas coisas ao mesmo tempo não é produtivo. Tenho listado minhas tarefas por nível de prioridade e assim consigo ser mais eficiente ao fazer uma de cada vez.”
  3. “Pouca flexibilidade para alterar o que foi planejado. Tenho procurado aproveitar minha persistência para alcançar meus objetivos. Fico mais atento  porém aos sinais que indiquem a necessidade de mudar algo que já havia dado como certo.  Acredito na força da disciplina, mas tomo cuidado para estar aberto às mudanças.”

01
Abr

Ouvir e Escutar – Você Sabe a Diferença?

No nosso dia a dia usamos essas duas palavras como sinônimos mas elas tem significados bem diferentes! Ouvir é a ação de perceber  algo usando o sentido da audição.  Captamos os sons que chegam aos nossos ouvidos. Escutar é ouvir com atenção, interpretar e registrar os sons de forma consciente.

Em um processo de comunicação eficaz temos sempre um interlocutor , que envia a mensagem, e um receptor, que interpreta o que foi dito e reage.

Em um processo de seleção você ouve ou você escuta o que o recrutador está falando?

Ter uma escuta atenta em um processo de seleção facilita a comunicação e cria uma empatia com o recrutador.  A conversa flui e isso contribui para que o candidato mostre a sua melhor foto.

Fique atento às 3 dicas de como escutar

  • Sinta as palavras : Fique atento às palavras que o interlocutor escolhe : frases curtas podem  demonstrar  que ele é direto e assertivo. Valoriza respostas objetivas . Frases mais longas são usadas por pessoas mais emotivas e que gostam de ouvir respostas mais detalhadas e elaboradas.
  • Seja um bom ouvinte: Escutar com atenção  facilita muito o entendimento do que está sendo pedido. Evite atropelar o interlocutor na ansiedade de responder com rapidez. Se ficar na dúvida confirme o que foi perguntado.
  • Fique tento a escuta do seu recrutador: Perceber de que forma o recrutador está  reagindo ás suas respostas pode te ajudar a ter mais empatia com ele.  Se ele demonstra por gestos e falas não ter entendido muito bem a sua resposta procure usar outras palavras para facilitar o entendimento dele.

01
Abr

Comunicação: Os Primeiros Quatro Minutos São Decisivos

Dr. Leonard Zunin, psiquiatra, com Natalie Zunin, em seu livro “Contato: Os Primeiros Quatro Minutos”, afirma que o sucesso ou fracasso de qualquer ato de comunicação pode ser percebido nos primeiros quatro minutos de uma conversa.

Por isso devemos nos esforçar nos primeiros quatro minutos de cada encontro. Esse esforço contribuirá para a formação de uma primeira e duradoura boa impressão.

Veja algumas dicas para tirar máximo proveito desses minutos fundamentais:

1. Projete confiança

Pessoas confiantes são capazes de conquistar e influenciar positivamente o ambiente ao seu redor. A confiança cria uma sensação agradável e aproxima os interlocutores. Transmitir confiança é a base para qualquer encontro bem-sucedido.

2. Use a criatividade

A criatividade não é um elemento exclusivo do meio artístico. Ela pode ser definida como a habilidade de criar algo que permita mudança de conceitos e percepções sobre determinado assunto.

Você também pode usar sua criatividade para revelar algo sobre si mesmo tornando mais fácil para a outra pessoa responder a você.

3. Demonstre que se importa

Mostre à outra pessoa que você está realmente interessado nela, ouvindo-a com atenção. Mantenha distância do seu Smartphone, Tablet ou Notebook. Esteja atento ao contato visual.

Sobretudo mantenha seu foco no que pode fazer e dizer para que a outra pessoa chegue ao final da conversa sentindo-se melhor. Cada pessoa é única, com suas esperanças e medos, e um grande conversador sabe se está oferecendo ou sugando energia, e foca em um comportamento que energiza a outra pessoa!

01
Abr

Falar em Público Assusta Mais que a Morte para a Maioria das Pessoas

Quando falamos em público parece que estamos sendo julgados:

“Será que vou agradar?”
“Será que vão achar que sou uma farsa?”

O medo de não ser aprovado é um fantasma assustador – afirma Maria Fernanda Muniz Freire, Fonoaudióloga, especialista nos Distúrbios da Voz e da Fala.

Existem estudos que falam que esse “medo” é da pessoa ser excluída, de não ser aprovada pelo seu núcleo social ou científico.

Para os povos primitivos, esse isolamento representava a morte, pois a sobrevivência dependia da proteção dessa união.

Se você já pensou alguma vez que preferia morrer a ter que falar em público, você pode não estar sozinho. De acordo com uma pesquisa de fobias comuns, o medo de falar em público foi constatado como uma preocupação mais forte que a preocupação com a morte, segundo o ranking dos medos mais penetrantes da sociedade. Apenas a perda de um ente familiar foi considerada mais assustador.

A votação pediu a 2000 pessoas que classificassem de 1 a 10 o quão assustadas ficavam, em uma lista de fobias; algumas comuns, como claustrofobia e medo de dentistas, e outras menos comuns, como medo de casacos de lã e dos buracos no centro dos Donuts.

O ranking mostrou que em 6,41 de 10, estava o medo de perder alguém da família, seguido de 5,63, do medo de falar em público.

O medo de ser enterrado vivo ficou logo atrás no ranking, e a morte apenas em quarto lugar.

Enquanto que o medo de altura, cobras, fogo, acidentes de carro, humilhação pública e aranhas compôs o resto do TOP 10. Outros medos mais incomuns compuseram o TOP 20, incluindo o medo do Apocalipse e o de perder todas as próprias fotos.

Mulheres temem falar em público mais do que os homens, com 6,26 contra 5.

A pobreza foi listada como o sétimo medo mais comum entre os homens e apenas em décimo quinto pelas mulheres, apesar de os homens considerarem a pobreza como 3,88 de 10 na escala de medo, comparado a 4,6 de 10, entre as mulheres.

As fobias mais incomuns listadas pela votação, conduzida pela OnePoll para o ‘Ripley’s Believe it Or Not’ de Londres, também incluíram Pinnocchio, dedos gordos, veludo e barcos pequenos. Porém, nenhuma foi considerada particularmente assustadora a quem participou da votação.

Interessante entrarmos nessa “viagem” para se discutir o Poder da Comunicação.
Ela é fonte de integração, de troca e de reconhecimento.
Me comunico e me relaciono, logo existo e sou reconhecido.
Sem isso, a vida perde seu brilho e seu maior significado.

Fonte: The Times – “Speaking in public is worse than death for most”

Quando falamos em público parece que estamos sendo julgados:

“Será que vou agradar?”
“Será que vão achar que sou uma farsa?”

O medo de não ser aprovado é um fantasma assustador – afirma Maria Fernanda Muniz Freire, Fonoaudióloga, especialista nos Distúrbios da Voz e da Fala.

Existem estudos que falam que esse “medo” é da pessoa ser excluída, de não ser aprovada pelo seu núcleo social ou científico.

Para os povos primitivos, esse isolamento representava a morte, pois a sobrevivência dependia da proteção dessa união.

Se você já pensou alguma vez que preferia morrer a ter que falar em público, você pode não estar sozinho. De acordo com uma pesquisa de fobias comuns, o medo de falar em público foi constatado como uma preocupação mais forte que a preocupação com a morte, segundo o ranking dos medos mais penetrantes da sociedade. Apenas a perda de um ente familiar foi considerada mais assustador.

A votação pediu a 2000 pessoas que classificassem de 1 a 10 o quão assustadas ficavam, em uma lista de fobias; algumas comuns, como claustrofobia e medo de dentistas, e outras menos comuns, como medo de casacos de lã e dos buracos no centro dos Donuts.

O ranking mostrou que em 6,41 de 10, estava o medo de perder alguém da família, seguido de 5,63, do medo de falar em público.

O medo de ser enterrado vivo ficou logo atrás no ranking, e a morte apenas em quarto lugar.

Enquanto que o medo de altura, cobras, fogo, acidentes de carro, humilhação pública e aranhas compôs o resto do TOP 10. Outros medos mais incomuns compuseram o TOP 20, incluindo o medo do Apocalipse e o de perder todas as próprias fotos.

Mulheres temem falar em público mais do que os homens, com 6,26 contra 5.

A pobreza foi listada como o sétimo medo mais comum entre os homens e apenas em décimo quinto pelas mulheres, apesar de os homens considerarem a pobreza como 3,88 de 10 na escala de medo, comparado a 4,6 de 10, entre as mulheres.

As fobias mais incomuns listadas pela votação, conduzida pela OnePoll para o ‘Ripley’s Believe it Or Not’ de Londres, também incluíram Pinnocchio, dedos gordos, veludo e barcos pequenos. Porém, nenhuma foi considerada particularmente assustadora a quem participou da votação.

Interessante entrarmos nessa “viagem” para se discutir o Poder da Comunicação.
Ela é fonte de integração, de troca e de reconhecimento.
Me comunico e me relaciono, logo existo e sou reconhecido.
Sem isso, a vida perde seu brilho e seu maior significado.

Fonte: The Times – “Speaking in public is worse than death for most”

01
Abr

Expressões Faciais Revelam Seus Sentimentos

Ler e interpretar as emoções das pessoas é fundamental para a comunicação.

As expressões faciais são movimentos dos músculos do rosto que transmitem alguma emoção dos indivíduos a seus observadores.

Existem expressões faciais voluntárias que, muitas vezes, são socialmente condicionadas e conduzidas por comandos enviados ao cérebro; e expressões faciais involuntárias, que são consideradas inatas, como o choro ou uma expressão de dor, por exemplo.

Em um processo seletivo é de suma importância transmitir com o rosto os sentimentos e a veracidade das informações passadas verbalmente.

Ao identificar as expressões de emoção, pode-se perceber, inclusive, quando uma pessoa está mentindo. Além disso, aspectos como uma alta taxa de piscar os olhos pode ser interpretado como sinal de nervosismo.

Um outro exemplo está no sorriso. Um sorriso falso movimenta apenas os músculos do canto dos lábios ao queixo, enquanto um sorriso genuíno movimenta estes e também outros músculos ao redor dos olhos, que são extremamente difíceis de comandar.

Esta forma de comunicação não-verbal é uma linguagem universal. Para ajudá-lo nesta questão, criamos um infográfico de expressões faciais e quais sentimentos elas revelam.

Infográfico de linguagem corportal

1 – FRANZIR A TESTA

Olhos estreitados e testa franzida indicam que você não acredita muito no que está sendo dito.

2 – AMARRAR A CARA

A irritação visível no rosto é sinal de preocupação e insatisfação.

3 – AUSÊNCIA E LETARGIA

Não conseguir concentrar o olhar e a atenção no interlocutor demonstra nervosismo, ansiedade e até mesmo vergonha.

4 – SORRISO SARCÁSTICO

Usar de sarcasmo transmite a ideia de arrogância. Lembre-se: palavras irônicas são acompanhadas por um movimento da boca que provoca uma ruga na bochecha.

5 – FICAR AMUADO

Ficar pálido, com as bochechas caídas, é uma expressão característica de humilhação e também pode indicar tédio.

6 – OLHAR FIXAMENTE

Um olhar fixo, estudado, e carregado de uma emoção controlada, é sinal incontestável de mentira.

Nossa maior dica porém é: seja você mesmo!

Respire fundo e traga o melhor de si, não somente nas expressões faciais, mas em tudo o que estiver relatando ao seu entrevistador. Traga para esse momento a sua melhor foto, por dentro e por fora.

Confira mais dicas profissionais como essas periodicamente em nosso blog, e também em nossa página no Facebook: www.facebook.com/mople.edu